A IA é burra? O limite matemático que ninguém confessa
Ontem à noite, enquanto eu preparava um risoto de cogumelos na cozinha do meu apartamento em São Paulo, o cheiro do caldo de legumes tomava conta do espaço. Meu filho de seis anos, que está no espectro autista, organizava seus carrinhos por cores no tapete da sala. Ele possui uma percepção de mundo muito própria e humana, focada no momento. Naquele exato instante, eu ouvia um podcast onde um diretor engravatado jorrava promessas vazias, jurando que o mercado vive um gigaciclo imbatível, prestes a apagar o trabalho humano em poucos meses com automação total. Eu apenas balancei a cabeça enquanto mexia a panela. O mercado financeiro foge do fato óbvio de que esbarramos com força no platô da inteligência artificial . O maquinário atual não consegue sustentar a histeria irreal que o Vale do Silício insiste em vender. O Dinheiro Queimado nas Promessas do Vale As corporações desenham um cenário de ficção barata para manter as torneiras de fundos de investimento abertas. Eles contam fábulas so...