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Como criar planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais e fazer a IA desenhar sua apresentação
Tava eu quetinho em casa, duas horas sem fazer nada, eu e minha cadelazinha Zeno pensando sobre nada. 87% dos profissionais de tecnologia que entram no mercado de revenda de produtos importados falham nos primeiros seis meses por falta de uma habilidade inesperada: saber contar histórias visuais que conectem tecnologia com emoções humanas.
Putz grilo, isso mexeu comigo de um jeito...
Eu tava parado só pensando em besteira em meu apartamento quando me veio essa ideia na cabeça. Sabe aquele momento que você pega seu celular pra dar uma olhada nas notícias e, do nada, aparece uma imagem de um cirurgião usando óculos de realidade mista, planejando uma cirurgia num modelo 3D flutuando na frente dele? Pois é. Me deu um estalo na hora.
O bicho, isso aí é outra história que preciso te contar. Mas antes, deixa eu te perguntar uma coisa: você já tentou explicar um produto tech pra alguém e viu aquela cara de paisagem? Tipo, você tá falando de planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais, e a pessoa fica perdida feito cego em tiroteio? Pois então, meu amigo, você precisa de uma apresentação que fale por si só.
Por que diabos alguém de tecnologia deveria se ligar em gêmeos digitais cirúrgicos?
Rapaz do céu, quando eu comecei a me meter com revenda de produtos importados, eu me achava sozinho com meu cachorro.
Pensava que bastava ter acesso aos fornecídores chineses e pronto, ia chover dinheiro. Mano, na moral... que ilusão.
Foi num piscar de olhos rápidinho que eu percebi: o diferencial não tava nos produtos, tava na minha capacidade de explicar tecnologias de um jeito que qualquer pessoa entendesse. E olha, planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais virou meu caso de amor.
Tava eu deitadinho em minha rede que comprei no nordeste, navegando em fóruns de tecnologia médica, quando descobri que os mesmos princípios usados pra criar réplicas digitais de órgãos humanos se aplicam pra qualquer coisa: apresentar produtos tech, criar pitchs de vendas inesquecíveis.
O que é esse tal de gêmeo digital e por que minha vida mudou quando conheci isso
Vei do céu, nem te conto. Um gêmeo digital é tipo uma cópia virtual perfeita de algo físico. Só que não é uma cópia morta, não. É uma cópia viva, que reage, que mostra dados em tempo real, que te deixa testar cenários antes de colocar a mão na massa.
Pensa numa coisa sem noção: você pega o coração de um paciente, cria uma versão digital dele, e pode simular a cirurgia umas cinquenta vezes antes de fazer o primeiro corte de verdade. Caramba mesmo, né?
Sheila da faculdade me mandou um artigo semana passada. Ela tá fazendo mestrado em bioengenharia, e me disse: "Moras ex-jogador de futebol, aquele que virou empresário? Ele usou essa mesma tecnologia pra treinar atletas. Criou gêmeos digitais dos jogadores e testava estratégias de treino antes de botar pra valer."
Fiquei pensando nisso o dia todo. E aí que tudo fez sentido.
Minha jornada tosca (mas que deu certo) pelo mundo da tecnologia visual
Eu sou um cara paciente, mas confesso: no começo, eu não entendia nada de nada.
Tava eu bem ali meditando na minha vida, vendo meu negócio de revenda indo pro ralo porque minhas apresentações eram secas, chatas, pareciam manual de instrução de micro-ondas.
Então lá vai eu de novo com isso: o chamado pra aventura veio de um lugar inesperado.
O dia que visitei ruínas históricas e minha cabeça explodiu
Tava descansando do almoço, fazendo o de sempre, quando meu amigo Josué me ligou. "Bora num lugar diferente?" Tá louco meu, era terça-feira, duas da tarde. Mas fui.
Chegamos numa área de escavação arqueológica perto do centro histórico. Tinha uns pesquisadores por lá com uns óculos esquisitos na cara. Luiz da Silva, meu vizinho da rua de trás, tava lá também, trabalhando como consultor de TI pro projeto.
Ele me chamou: "Coloca esse óculos de RM e olha pras ruínas."
Mano. Do. Céu.
Coloquei aquele negócio e, juro que me senti num filme. As paredes destruídas se reconstruindo na minha frente. Tijolos flutuando no ar, voltando pro lugar original. Portões se erguendo. Pinturas aparecendo nas paredes descascadas. Eu via a ruína e, junto, via o prédio inteiro, completo, como era há trezentos anos.
Parei e pensei com meus miolos: caramba, se eu conseguir fazer isso com meus produtos...
Foi aí que tudo fez sentido. Planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais usa isso: pega algo que existe (ou que vai existir), cria uma versão digital, e te deixa manipular, testar, mostrar de ângulos impossíveis.
Como fazer a IA criar o design e o conteúdo da sua apresentação (sem parecer robô)
Burrice demais ficar fazendo slide à mão em 2025. Eu tentei de tudo: canva, powerpoint, google slides. Ficava horas escolhendo cor, fonte, onde colocar a imagem. Me deu um branco total várias vezes.
Aí eu fico doidinho: e se eu usar IA pra isso?
Passo 1: Transforme seu produto numa história visual
Tava sozinho, eu com as barbas de molho, quando resolvi testar. Abri o ChatGPT e disse: "Me ajuda a criar uma apresentação de planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais, mas quero que conte uma história de transformação, tipo antes e depois."
A IA fez perguntas. Quem é o público? Qual a dor? Qual a jornada emocional que você quer criar?
Nunca pensei nessa parada. Eu sempre focava no produto, não nas emoções de quem ia ver a apresentação.
Dica prática que você pode usar agora:
- Abra sua ferramenta de IA preferida
- Peça pra ela criar uma "jornada de transformação" do seu cliente
- Use essa jornada como espinha dorsal da apresentação
- Cada slide = uma etapa da jornada
Passo 2: Peça pra IA desenhar os visuais (sim, ela faz isso)
Erimar, dono do mercadinho Linhares perto do metrô, me viu no notebook e perguntou: "Tu tá desenhando?" Respondi: "Não, a IA tá desenhando pra mim."
Usei o Midjourney pra criar imagens de gêmeos digitais. Descrevi: "Modelo 3D de um coração humano flutuando em fundo azul tecnológico, estilo futurista mas acessível, iluminação suave."
Três segundos: BAM. Imagem perfeita.
Usei o Tome.app e o Gamma.app pra montar a apresentação. Essas ferramentas pegam seu texto, criam o design sozinhas, escolhem cores, fontes, layout. Tudo. Sozinho. Você só toma água.
Lista de ferramentas que uso todo santo dia:
- ChatGPT ou Claude: pra estruturar o conteúdo
- Midjourney ou DALL-E: pra criar imagens únicas
- Tome.app: pra apresentações rápidas e bonitas
- Gamma.app: pra decks mais robustos
- Beautiful.ai: pra templates profissionais
Passo 3: Injete dados reais do gêmeo digital na apresentação
Aqui vem a mágica que aprendi com planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais. Cirurgiões não mostram só bonequinhos. Eles mostram dados: fluxo sanguíneo, pressão, temperatura, densidade óssea.
Euclidiana, filha da falecida Zezinha do queijo, trabalha numa startup de saúde digital. Ela me ensinou: "Pega os dados do seu produto e transforma em gráficos vivos."
Comecei a fazer isso. Vendia rastreadores de fitness importados? Criava gráficos animados mostrando evolução de batimentos cardíacos. Vendia fones com cancelamento de ruído? Mostrava ondas sonoras sendo anuladas em tempo real.
Como você faz isso na prática:
- Pega dados reais do seu produto (velocidade, temperatura, economia, eficiência)
- Usa Flourish ou Datawrapper pra criar gráficos animados
- Incorpora esses gráficos na apresentação
- Deixa a IA escrever as legendas explicativas
A recusa, a mentoria e as cagadas que cometi no caminho
Já comecei errado, confesso. Quando aprendi de gêmeos digitais, achei que ia revolucionar tudo do dia pra noite. Spoiler: não rolou.
Por que eu quase desisti (e você vai querer também)
Tava eu em paz, fazendo as necessidades no meu banheiro e pensando.
Primeira apresentação com IA? Desastre total. Ficou bonita demais, mas fria. Parecia propaganda de banco. Ninguém se conectou.
Minha esposa Laura falou: "Tá lindo, mas cadê você nisso tudo?" Sai pra lá, satanás, pensei. Mas ela tava certa.
Eu tinha deixado a IA fazer tudo e tinha esquecido de botar minha alma ali dentro. Planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais funciona porque tem um médico humano interpretando os dados. A tecnologia não substitui a humanidade, ela amplifica.
O mentor inesperado: Mario Novais, treinador de cachorro
Isso mexeu comigo de um jeito... Mario Novais, que treina cachorros no parque perto de casa, virou meu mentor sem saber.
Eu tava lá com Zeno, tentando ensinar ele a sentar. Mario chegou e disse: "Você tá dando comando demais. O cachorro fica confuso. Escolhe um gesto, uma palavra, repete sempre do mesmo jeito."
Caralho. Era isso que tava fazendo errado nas apresentações.
Tava colocando informação demais. Dez tipos de gráfico diferentes. Cinco fontes. Vinte cores. A mensagem se perdia no meio da bagunça.
Mario virou meu conselheiro sem querer. Passei a aplicar princípios de treinamento canino (sim, você leu certo) nas minhas apresentações:
- Um comando claro por slide
- Repetição visual (mesmos elementos, mesmo lugar)
- Recompensa imediata (mostre o benefício rápido)
Os testes, as provações e o momento de virada
Como todo bom preguiçoso, eu tava sem fazer nada em casa quando decidi testar minha nova abordagem.
Tinha uma apresentação pra fazer numa feira de tecnologia. Público: cinquenta empresários da área médica.
Tema? Planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais aplicado a produtos de consumo.
O que aconteceu quando misturei história pessoal com tecnologia
Abri a apresentação contando das ruínas. Mostrei fotos (tirei no celular mesmo, nada profissional). Expliquei como aqueles óculos de RM reconstruíram o prédio na minha frente.
Aí mostrei um produto: um relógio inteligente. Mas não mostrei só foto. Criei um gêmeo digital dele. Um modelo 3D que girava, se abria, mostrava os componentes internos, exibia dados de bateria, sensores, tudo animado.
A galera parou de mexer no celular. Eu vi.
Quando terminei, três empresários me procuraram querendo saber como eu tinha feito aquilo. Euclidiana me mandou mensagem: "Você arrasou, mano."
Isso me lembra uma coisa que me aconteceu de verdade: Fabio, meu marido (brincadeira, é meu amigo), me disse uma vez: "As pessoas não compram produtos, elas compram a sensação de poder que o produto traz."
Pronto. Minha apresentação não mostrava um relógio. Mostrava poder. O poder de ver o invisível. De controlar o incontrolável. De transformar dados em decisões.
Técnicas avançadas que aprendi na marra
Não sei se é viagem minha, mas eu mudei tudo. Comecei a:
1. Usar camadas de informação (igual os cirurgiões fazem)
- Primeiro slide: visão geral
- Segundo slide: zoom num detalhe
- Terceiro slide: dados técnicos
- Quarto slide: caso de uso real
2. Criar "momentos de pausa" na apresentação Leonardo, meu filho de 17 anos, me ensinou isso. Ele faz vídeos pro TikTok e disse: "Pai, você precisa de um gancho a cada quinze segundos."
Adaptei pras apresentações. A cada três slides, eu colocava:
- Uma pergunta provocativa
- Uma imagem impactante
- Um dado chocante
- Uma história rápida
3. Transformar especificações técnicas em emoções Antes eu escrevia: "Sensor de frequência cardíaca com precisão de 99,8%" Agora eu escrevo: "Sabe quando seu coração acelera porque você viu alguém especial"
Soa cafona? Talvez. Mas vende? Sempre.
Como usar gêmeos digitais pra vender qualquer coisa (inclusive soft skills)
Eita que isso é bizarro. Descobri que dá pra aplicar planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais em áreas malucas.
Caso 1: Vendi um curso de comunicação usando essa técnica
Bernadete, a vendedora de flores, me perguntou: "Você consegue me ajudar a vender meu curso de arranjos florais online?"
Meu cérebro bugou. Flores? Gêmeos digitais? Como?
Aí eu fico doidinho e pulando feito pipoca. Criei uma apresentação onde cada tipo de arranjo tinha um "gêmeo digital". Um modelo 3D que a pessoa girava, via de todos os ângulos, "desmontava" pra ver passo a passo como fazer.
Resultado: as vendas dela dobraram em um mês.
Caso 2: Usei pra melhorar minha própria comunicação (meta demais)
Flávio, meu filho de 5 anos, me disse uma vez: "Pai, por que você fica triste no trabalho?"
Fiquei tipo: como assim? Eu nem sabia que parecia triste.
Peguei vídeos meus apresentando, joguei numa IA de análise facial. A IA criou um "gêmeo digital" das minhas expressões. Mostrou que eu franzía a testa 80% do tempo, dava a impressão de estar irritado.
Chocado como se estivesse levado um tapa na cara. Treinei na frente do espelho, ajustando cada micro expressão. Virou minha soft skill mais valiosa.
Soft skills que melhorei usando análise de gêmeo digital:
- Contato visual (IA media quanto tempo eu olhava pra câmera)
- Tom de voz (gravava e IA analisava variações)
- Linguagem corporal (filmava e IA marcava gestos nervosos)
- Ritmo de fala (IA contava pausas e velocidade)
Ferramentas, truques e gambiarras que funcionam de verdade
Vamos ao que interessa. Você quer fazer uma apresentação matadora usando planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais? Segue o passo a passo.
Monte seu arsenal tecnológico (barato e bom)
Zenaide Torres, minha amiga designer, me passou essa lista. Ela usa tudo isso:
Pra criar gêmeos digitais 3D:
- Spline (grátis, fácil, roda no navegador)
- Vectary (tem versão free, boa pra produtos)
- Blender (de graça, curva de aprendizado maior)
Pra fazer a IA escrever conteúdo:
- ChatGPT (óbvio, mas subutilizado)
- Claude (melhor pra textos longos)
- Jasper (pago, mas vale pra quem vende muito)
Pra transformar texto em apresentação:
- Tome.app (meu queridinho)
- Gamma.app (bom pra pitchs)
- Slides.ai (simples e rápido)
Pra criar gráficos vivos:
- Flourish (visualizações lindas)
- Datawrapper (gráficos limpos)
- Tableau Public (robusto demais)
O fluxo de trabalho que me salvou
Posso tá falando besteira, mas esse é meu processo hoje:
Segunda de manhã:
- Defino o tema e o público da apresentação
- Peço pra IA criar um outline (estrutura)
- Ajusto baseado no que eu quero falar
Segunda de tarde:
- Crio ou busco modelos 3D dos produtos
- Se não existir, uso IA geradora (Midjourney + descrição detalhada)
- Importo tudo pro Spline e animo os modelos
Terça de manhã:
- Jogo o outline no Tome.app
- Deixo ele criar o design sozinho
- Ajusto cores, fontes (uns 20 minutos)
Terça de tarde:
- Gravo um vídeo de mim contando cada slide
- IA analisa minha fala e sugere melhorias
- Refaço as partes fracas
Quarta de manhã:
- Monto gráficos com dados reais
- Animo usando Flourish
- Insiro na apresentação
Quarta de tarde:
- Pratico na frente do espelho
- Gravo e analiso
- Ajusto timing (cada slide = 45-60 segundos)
Gambiarras que uso quando o tempo é curto
Não sei explicar, só senti, mas às vezes você tem duas horas pra fazer uma apresentação. Acontece.
Nesses casos, eu faço o "método Frankenstein":
- Pego apresentações antigas (minhas ou de outras pessoas)
- Roubo os melhores slides (só o design, mudo tudo)
- Jogo no ChatGPT: "Reescreve isso em planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais"
- IA devolve o texto novo
- Faço screenshot de gêmeos digitais de sites como Sketchfab
- Monto tudo em quinze minutos
Feio? Talvez. Funciona? Sempre.
O retorno transformado: o que aprendi vendendo tecnologia médica sem ser médico
Então eu me vi parado pensando com meus miolos. Seis meses de usar essas técnicas, minhas vendas triplicaram. Não porque os produtos mudaram, mas porque a forma de apresentá-los mudou.
O que planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais me ensinou de soft skills
Cara, isso não tem nada a ver com cirurgia. Tem tudo a ver com preparação.
Cirurgiões usam gêmeos digitais pra testar a cirurgia antes de fazer. Eu passei a testar minhas apresentações antes de apresentar. Óbvio, né? Mas quantos fazem isso?
As soft skills que mais cresceram:
- Empatia (eu pensava no público antes de criar)
- Comunicação clara (cada palavra tinha que valer)
- Resiliência (eu testava, falhava, ajustava, repetia)
- Criatividade (tinha que achar formas novas de mostrar o velho)
Como isso virou minha vantagem competitiva na revenda de produtos importados
Loucão demais, mas hoje em dia meus clientes não compram só o produto. Eles compram a experiência de entender o produto.
Eu vendo um drone importado? Eu crio um gêmeo digital dele voando, mostro os sensores acendendo, simulo uma filmagem aérea, explico cada chip interno.
Concorrente vende o mesmo drone? Ele mostra foto de catálogo.
Adivinha quem fecha mais vendas?
Isso me lembra uma coisa que Josué me disse: "As pessoas pagam por clareza. Se você deixa claro o valor, o preço deixa de ser problema."
Erros que cometi (e você vai cometer também, mas tudo bem)
Seria desonesto falar só das vitórias. Então vai minha lista de cagadas:
1. Gastei dinheiro demais no começo Comprei softwares caros que mal usei. Hoje uso 90% ferramentas grátis.
2. Fiz apresentações longas demais Achava que mais informação = mais valor. Errado. Menos é mais sempre.
3. Esqueci de testar com gente real Mostrava pra Laura, ela aprovava, eu apresentava pro cliente, dava ruim. Hoje testo com três pessoas diferentes antes.
4. Tentei ser perfeito Perdi vendas porque ficava ajustando pixel por pixel. Feito é melhor que perfeito.
5. Não pedi feedback Eu apresentava e pronto. Hoje sempre pergunto: "O que poderia ser melhor?"
Perguntas que você tá se fazendo agora (e eu já me fiz também)
Preciso saber programação pra criar gêmeos digitais?
Não, não mesmo. Tudo que mostrei aqui funciona com arrastar e soltar. Sério. Se você sabe usar Instagram, sabe usar Spline.
Quanto tempo leva pra montar uma apresentação dessas?
Primeira vez? Umas seis horas. Pega prática? Duas horas. Com as gambiarras? Uma hora.
Posso usar isso pra qualquer tipo de produto?
Sim, sim mesmo. Já fiz pra eletrônicos, cursos online, serviços de consultoria, pra vender frutas orgânicas (juro). Planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais é um conceito, não um produto específico.
E se meu público for mais velho e não curtir tecnologia?
Aí você adapta. Uso menos efeitos visuais, mais dados concretos. O gêmeo digital fica mais simples, menos "futurista". Funciona do mesmo jeito.
Vale a pena investir nisso se eu só vendo de vez em quando?
Aposto tudo que vale. Mesmo que você venda uma vez por mês, a qualidade da sua apresentação vai diferenciar você de 95% dos concorrentes.
Como explicar isso pro meu chefe/cliente sem parecer maluco?
Simples. Não fala "gêmeo digital". Fala "modelo 3D interativo" ou "apresentação imersiva". O nome assusta, o resultado convence.
Dá pra usar isso em reuniões online ou só presencial?
Mano, online é onde isso brilha mais. Você compartilha tela, o modelo 3D fica gigante na frente da galera, todo mundo vê cada detalhe. Presencial às vezes o projetor não tem resolução boa.
O que vem por aí (e por que você precisa se mexer agora)
Eu juro que tentei evitar, mas vou ter que falar: daqui a dois anos, isso vai ser padrão. Todo mundo vai ter apresentações com gêmeos digitais. Será possível você chegar na frente?
Tem coisa que só acontece comigo: eu entrei cedo nesse lance de IA generativa e virei referência. Não porque sou gênio, mas porque comecei antes dos outros.
A onda que tá vindo (e poucos veem)
Realidade mista vai explodir. Óculos tipo Apple Vision Pro vão ficar baratos. Daqui a três anos, você vai apresentar produtos e a pessoa vai colocar um óculos e ver o produto flutuando na sala dela.
Planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais vai sair dos hospitais e entrar em todas as áreas. Já tá acontecendo:
- Arquitetos mostrando prédios antes de construir
- Mecânicos simulando consertos antes de desmontar
- Professores ensinando anatomia com corpos virtuais
- Vendedores mostrando produtos que nem chegaram do importador ainda
Por que soft skills vão ser mais valiosas que hard skills
Olha isso: uma IA consegue criar uma apresentação sozinha. Consegue fazer bonita. Mas ela não consegue colocar alma. Não consegue fazer a galera sentir.
Sua habilidade de conectar, de contar histórias, de ler a sala e ajustar na hora, isso ninguém vai automatizar.
Quando eu ensino planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais pros meus clientes, 80% do tempo eu falo de comunicação, não de tecnologia.
Minha proposta pra você (porque você chegou aqui e merece)
Tô tentando entender por que mais gente não faz isso. Talvez seja preguiça. Talvez seja medo. Talvez seja não saber por onde começar.
Então vai minha proposta:
Pega um produto que você vende (ou quer vender). Pode ser qualquer coisa. Abre o ChatGPT agora, hoje mesmo, e fala:
"Me ajuda a criar uma apresentação de [seu produto] usando o conceito de gêmeos digitais. Quero mostrar o produto de ângulos impossíveis e criar uma experiência imersiva."
A IA vai te guiar. Vai fazer perguntas. Vai sugerir abordagens.
Abre o Spline ou o Tome.app (são grátis, sem desculpa) e tenta fazer um único slide. Um só. Com um modelo 3D girando.
Vai ser ruim no começo. Vai parecer estranho. Mas você vai sentir aquele gostinho de "caralho, isso ficou legal."
Foi aí que eu viciei.
E se você não fizer nada?
Não vou fingir que vai acontecer algo terrível. Você vai continuar vivendo. Vai continuar trabalhando. Mas vai continuar com apresentações meia boca. Vai continuar perdendo vendas pra quem se mexeu primeiro.
Eu vi isso acontecer com gente próxima. Luiz da Silva, aquele da rua de trás? Ele não quis testar. Achava muito complicado. Hoje ele me liga pedindo ajuda porque perdeu três contratos seguidos pra concorrentes que apresentam melhor.
Essa é a verdade nua e crua.
A transformação que você pode ter (e merece ter)
Confesso que gostei dessa jornada maluca. De um cara que não sabia nada de planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais pra alguém que ensina outros a usar isso.
Mas o melhor de tudo? Não foi o dinheiro extra que entrou. Não foram os contratos que fechei.
Foi o dia que Leonardo, meu filho de 17 anos, me disse: "Pai, vi sua apresentação no seu notebook. Tá maneiro demais, maneiraço mesmo. Quero ser tipo você."
Isso me pegou desprevenido, de verdade.
Porque no fim das contas, planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais não é cirurgia. Não é tecnologia. É mostrar o melhor das coisas. É revelar o invisível. É fazer as pessoas enxergarem possibilidades que elas não viam antes.
É transformação.
E transformação, meu amigo, é a única coisa que vale a pena vender.
Última coisa antes de você ir
Tava eu de braços cruzados sem fazer nada quando decidi escrever isso aqui. Não sei se ajudou. Não sei se você vai tentar. Mas se você chegou aqui, você já é diferente de 99% das pessoas.
A galera desiste no meio. Você não desistiu.
Agora me conta: qual vai ser seu primeiro projeto usando gêmeos digitais? Que produto você vai apresentar de um jeito que ninguém nunca viu? Que história você vai contar?
Bora fazer isso acontecer? Porque tecnologia médica, revenda de importados, soft skills... tudo isso é só ferramenta.
O que importa é o que você constrói com elas.
E eu sei, eu sei, que você vai construir algo massa.
Agora vai lá e mostra pro mundo o que você é capaz de fazer com uma boa apresentação e um punhado de pixels dançando na tela.
Planejamento cirúrgico de alta precisão com gêmeos digitais tá esperando você. E olha, o futuro também.
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