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Samsung Galaxy Z Flip6: Como Resolver a Bateria Descarregando Rapidamente

Se você tem um Samsung Galaxy Z Flip6 e a bateria descarregando rapidamente virou uma rotina frustrante no seu dia a dia, saiba que você não está sozinho — e que tem solução. Neste guia, você vai entender por que isso acontece e, mais importante, o que fazer pra resolver de vez. A História da Carla (e Talvez a Sua Também) Carla saía de casa toda manhã com o Samsung Galaxy Z Flip6 carregado a 100%. Orgulhosa do seu flip dobrável, ela achava que tinha feito uma ótima escolha. Mas antes mesmo de chegar na hora do almoço, o celular já estava apitando com menos de 10% de bateria. Em menos de cinco horas, aquela barra de energia tinha despencado como areia numa ampulheta furada. Ela virou refém de tomadas. Carregador portátil na bolsa, olhos sempre vasculhando por uma tomada livre no café, na empresa, no shopping. O medo de ficar sem comunicação no meio do dia tinha transformado uma experiência que deveria ser moderna e elegante num estresse diário. Soa familiar? Então continua lendo....

A IA é burra? O limite matemático que ninguém confessa

Ontem à noite, enquanto eu preparava um risoto de cogumelos na cozinha do meu apartamento em São Paulo, o cheiro do caldo de legumes tomava conta do espaço. Meu filho de seis anos, que está no espectro autista, organizava seus carrinhos por cores no tapete da sala. Ele possui uma percepção de mundo muito própria e humana, focada no momento. Naquele exato instante, eu ouvia um podcast onde um diretor engravatado jorrava promessas vazias, jurando que o mercado vive um gigaciclo imbatível, prestes a apagar o trabalho humano em poucos meses com automação total. Eu apenas balancei a cabeça enquanto mexia a panela. O mercado financeiro foge do fato óbvio de que esbarramos com força no platô da inteligência artificial. O maquinário atual não consegue sustentar a histeria irreal que o Vale do Silício insiste em vender.

O Dinheiro Queimado nas Promessas do Vale

As corporações desenham um cenário de ficção barata para manter as torneiras de fundos de investimento abertas. Eles contam fábulas sobre substituir programadores e deletar profissões em curtíssimo prazo, criando pânico e expectativa. O relógio andou e o código dos softwares continua precisando de mãos humanas revisando cada linha. Essa gritaria existe unicamente para inflar o valor das empresas na bolsa. A promessa irreal de criar um código independente derreteu rápido aos olhos de quem acompanha os bastidores do dinheiro.

O Esgotamento Físico da Informação

Há um teto material claro para a coleta de dados. Os programas atuais sugaram praticamente todo o texto livre da internet. O material de base acabou. Agora, as máquinas começam a mastigar os próprios textos gerados por outros programas. O resultado entrega uma massa de mediocridade, sem sal e sem alma, o famoso conteúdo mediano. Para ocorrer um novo salto na qualidade, o único caminho prático seria jogar tudo no lixo e recomeçar do zero, algo que os relatórios de custo dessas empresas não suportam. E aqui percebo a falha deles, na pressa de digitar a realidade as vezes o dedo escorrega nas teclas do teclado e escrevemos o que queremos, não o que é fato exato de verdade. Eles acham que podem simplesmente ignorar a falta de raciocínio original.

A Conta Chega na Mesa da Sua Casa

O custo de operação da infraestrutura para treinar novos modelos sobe assustadoramente, mas a melhora na tela do usuário final mal dá para notar. Gigantes despejam bilhões na fogueira sem qualquer prova de retorno financeiro sobre o valor gasto. Essa brincadeira caríssima queima recursos de forma absurda e a fatura sobra para nós, já que o preço das placas de vídeo e das peças de computador sobe no mercado inteiro, encarecendo a tecnologia de uso diário. Isso reforça minha posição absoluta sobre o platô da inteligência artificial: o capital dos acionistas vai acabar muito antes da suposta genialidade das máquinas tomar vida.

A Ausência de Alma nas Equações

Minha esposa sempre comenta que o sabor da minha comida vem da minha memória de infância no interior. Máquinas não têm passado. Não sentem medo de perder o emprego no fim do mês e não carregam a vivência de encarar um ônibus lotado na marginal Tietê debaixo de tempestade. Falta a pura consciência para conceber uma obra de arte que toque alguém de fato. Como elas apenas processam e fazem um cálculo médio de trilhões de pedaços de textos de qualidades variadas, o retorno é o extremo do comum. O algoritmo nunca terá a percepção pura que meu filho expressa ao alinhar seus brinquedos, pois ele enxerga detalhes que a matemática ignora.

A Poeira Baixa e o Lazer Fica

No fim das contas, a euforia dos investidores passa e os fatos de uso diário ficam. Levantamentos recentes da própria OpenAI provam que a esmagadora maioria das pessoas, quase setenta e cinco por cento, aciona o ChatGPT para passar o tempo livre, tirar dúvidas bobas ou brincar de criar imagens, não para revolucionar o ambiente de trabalho. Essa invenção vai entrar na nossa rotina em ritmo lento, do mesmo jeito que a luz elétrica entrou na casa dos nossos bisavós ou os efeitos visuais nos filmes de ação. Não presenciamos um cenário apocalíptico nem o fim do mundo ditado pelos supercomputadores. Enxergamos apenas o platô da inteligência artificial mostrando o limite da sua utilidade na prática. A rotina segue o curso normal, o meu risoto fica pronto e a vida crua acontece de verdade longe dos servidores.

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